A segunda edição da Escola para a Democracia

A segunda edição da Escola para a Democracia

Roma (NEV), 4 de julho de 2023 – Os outros dias começaram no dia 2 de julho, na Torre Pellice, com uma lezione di Pietro Grassona província de Torino, no Valli Valdesi, a segunda edição da “Scuola per la democrazia”, um ciclo de controvérsias com estúdios e especialistas sui dei diritti temem.

A iniciativa prolonga-se até ao final do 8.º mês. No corso di questi giorni participarão do evento, entre outros e outros, os operadores do Mediterranean Hope, o programa de migrantes e refugiados da Federazione delle chiese evangeliche na Itália e, em particular, o coordenador do projeto intervir com o dibattito, marta bernardi.

Aqui está o programa completo da série de incontri.


A “Scuola per la Democrazia” é uma iniciativa pensada pela Fondazione Centro culturale valdese, do Collegio valdese, da Torre Pellice e da Università La Sapienza di Roma, que retorna pelo segundo ano graças ao apoio do 8× 1000 delle Chiese methodiste e valdesi. Se se trata de uma iniciativa que propõe um período de sete semanas de incontriga, dibattiti e laboratórios, para o espaço lasciare a uma riflessione em torno da Democrazia, louvada a parola, neste momento histórico, pode evocar ideias diferentes ou avere significati non condivisi. O título desta segunda edição é “I colori della democrazia” escolhido para sugerir a completude deste conceito. O fim de semana, que terá lugar na aula sinodale na via Beckwith 2, na Torre Pellice, e no Liceo valdese, prevê lezioni frontali e laboratórios, todos com entrada gratuita, com possibilidade, para que todos participem no fim de semana destes accolto , sempre gratuito, durante toda a edição.

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Roma (NEV), 15 de fevereiro de 2023 – Dois dias antes do Dia da Liberdade (17 de fevereiro), a Rádio Beckwith publica a entrevista de Alessio Lerda para Ilaria Valenzi. Jurista, membro da Comissão de Estudos do Diálogo da Integração (COSDI) da Federação das Igrejas Protestantes da Itália (FCEI) e consultor jurídico, Valenzi editou o livro publicado por Claudiana Direitos, inclusão, integração – Caminhos da cidadania. O volume reúne uma série de textos analíticos sobre a complexa questão da cidadania na Itália, com o objetivo de focar em um olhar aprofundado e oportuno sobre os fatos e a legislação sobre o assunto. Ouça a entrevista em Rádio Beckwith O livro foi lançado por ocasião da "Semana da Liberdade" que é comemorada por volta do aniversário de 17 de fevereiro de 1848, quando Carlo Alberto concedeu direitos civis e políticos aos valdenses e logo depois aos judeus. O tema indicado para 2023 é “Liberdade, Cidadania, Responsabilidade”. Na entrevista, a curadora Ilaria Valenzi explica que o volume nasceu dentro da experiência da FCEI do COSDI com o objetivo de refletir sobre um tema central que diz respeito à sociedade, mas também como ser igreja no contexto social, político e jurídico. O tema da cidadania, segundo Valenzi, é um tema central, "um tema histórico para as igrejas protestantes e presente no debate político italiano". O livro pretende ser uma ferramenta de formação para aprofundar este tema tão discutido, sobre o qual ainda não existe um “resultado pleno e partilhado”. É uma “reflexão a muitas vozes”, diz Valenzi, que se abre para diferentes especificidades. Como escreve o presidente da FCEI no prefácio, o pastor Daniele Garrone, o objetivo é preencher um vazio, responder a uma necessidade e ter o tempo certo para refletir. Em suma, é preciso estudar. Trata-se, portanto, de um volume técnico, em parte também informativo, com importantes contribuições da ciência política, sociológica e jurídica. O livro também fala sobre a cidadania no Novo Testamento, o papel das escolas, as novas gerações e muito mais. A entrevista também fala sobre questões críticas e obstáculos em relação à cidadania. O fio condutor, conclui Valenzi, é “um retorno constante ao populismo, a um nacionalismo cada vez mais enraizado também na visão política da Europa. O reconhecimento da cidadania das novas gerações e suas conquistas é um direito delas e nosso, é um direito coletivo e como tal deve ser protegido. A dificuldade em chegar a uma nova lei de cidadania é marcada fortemente pelo desinteresse e pelo fato de ser um tema incômodo”. ...

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