NotĂ­cias da ConferĂȘncia das Igrejas Europeias (KEK)

NotĂ­cias da ConferĂȘncia das Igrejas Europeias (KEK)

Lea Schlenker, Foto CEC

Roma (NEV), 17 de junho de 2022 – Estas sĂŁo as Ășltimas notĂ­cias da ConferĂȘncia das Igrejas Europeias (KEK).


CEC Ă  presidĂȘncia francesa da UE: “Envolver as igrejas para trazer paz Ă  UcrĂąnia”

Num encontro hĂ­brido em Bruxelas com a PresidĂȘncia francesa do Conselho da UniĂŁo Europeia, o CEC sublinhou a necessidade de reforçar o compromisso das comunidades religiosas locais na concretização da paz na UcrĂąnia. A CEC pode construir pontes para promover a reconciliação e a paz. Para saber mais, leia o artigo aprofundado sobre Reforma AQUI.


RelatĂłrio da ConferĂȘncia sobre o Futuro da Europa

Um futuro democrĂĄtico e justo para a Europa. Esta Ă© uma das questĂ”es que preocupam as igrejas membros da CEC. DaĂ­ o engajamento direto na ConferĂȘncia sobre o futuro da Europa. O secretĂĄrio-geral do CEC JĂžrgen Skov SĂžrensenfala sobre isso aqui:


Lea Schlenker, Foto CEC

Lia Schlenker. Em que Europa querem viver as novas geraçÔes de crentes?

Lea Schlenker, da Igreja Evangélica na Alemanha, é membro do Conselho Executivo do CEC. Ela também desempenha o papel de Conselheira da Juventude. Em uma de suas reflexÔes, ele fala sobre os desafios e oportunidades que as novas geraçÔes de crentes estão expressando hoje e sobre como o CEC ouve suas vozes e seus pedidos. Pandemia, guerra, a importùncia da presença e da escuta dos jovens, são alguns dos temas que o seu estudo aborda. Leia aqui.


O treinamento KEK chega Ă  FinlĂąndia para garantir comunidades mais seguras e fortes

O CEC, juntamente com a Igreja Ortodoxa da FinlĂąndia, organizou um briefing e treinamento para lĂ­deres e funcionĂĄrios da igreja sobre a proteção de locais de culto. O evento decorreu no Ăąmbito do projeto Safer and Stronger Communities in Europe (SASCE), financiado pelo Fundo de PolĂ­cia Interna da ComissĂŁo Europeia. O curso foi ministrado pela SecretĂĄria Executiva de Direitos Humanos do CEC, Elizabeta Kitanovic. O evento tambĂ©m contou com a presença de representantes da Igreja EvangĂ©lica Luterana e da comunidade muçulmana da FinlĂąndia. Entre os tĂłpicos que surgiram: as novas propostas legislativas sobre a proibição do abate ritual, circuncisĂŁo, liberdade de religiĂŁo e crença, os relatĂłrios do serviço de segurança finlandĂȘs, os riscos potenciais para a sociedade finlandesa devido a ameaças terroristas e de extrema direita. Falou-se tambĂ©m de minorias Ă©tnicas e religiosas, da cultura do cerco e do suprematismo branco, que incita Ă  violĂȘncia e ao colapso social. Leia aqui.


Os Conselhos Nacionais das Igrejas Europeias discutem os trabalhos e a Assembleia da CEC

Em reuniĂŁo virtual, os responsĂĄveis ​​dos Conselhos Nacionais das Igrejas Europeias reuniram-se com o SecretĂĄrio Geral da CEC, JĂžrgen Skov SĂžrensen, e o SecretĂĄrio Executivo, Katerina Pekridou, para discutir o futuro e, em particular, a prĂłxima Assembleia da CEC em Tallinn. Falou-se do papel da teologia ecumĂȘnica, que transcende as fronteiras privadas, nacionais e confessionais. TambĂ©m, da significativa contribuição das igrejas no discurso pĂșblico e para o bem comum. Para saber mais, clique aqui.

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Outros artigos

O jardim urbano no telhado da igreja

O jardim urbano no telhado da igreja

Roma (NEV) 6 de abril de 2022 – HĂĄ uma igreja com uma horta no telhado. Acontece em MilĂŁo, na igreja metodista na via Porro Lambertenghi, no bairro de Isola. A iniciativa, lançada hĂĄ alguns anos, como explica este artigo Reforma, agora tambĂ©m participa de uma competição, "Reward your green" (vocĂȘ pode votar aqui). “A horta – lĂȘ-se na apresentação do portal do concurso verde – feita com paletes de madeira montadas em pĂ©s, utilizadas tanto como contentores como como passadiços. A confecção teve a curadoria de membros e simpatizantes da comunidade da igreja metodista. Criado com o objetivo de ter um espaço verde compartilhado onde as pessoas possam se encontrar e interagir e desacelerar o escoamento das ĂĄguas pluviais da cobertura para a rede de esgoto do condomĂ­nio. Ela Ă© cuidada tanto por membros da comunidade metodista como tambĂ©m por pessoas que moram no condomĂ­nio onde estĂĄ localizada a igreja”. O espaço administrado pela comunidade metodista da capital lombarda â€œĂ© utilizado para momentos de convĂ­vio, pequenos eventos e durante o perĂ­odo de pandemia tambĂ©m foi utilizado para momentos de oração comunitĂĄria ao ar livre. Na escolha das plantas e flores, que se renovam de acordo com as estaçÔes do ano, hĂĄ uma grande atenção em privilegiar aquelas mais adequadas para atrair borboletas e abelhas e pequenos pĂĄssaros, de forma a criar um pequeno oĂĄsis de apoio no contexto urbano da cidade .em um caminho de conscientização que estĂĄ sendo compartilhado com outras igrejas evangĂ©licas na ItĂĄlia. A ĂĄgua Ă© garantida por um sistema automĂĄtico de irrigação por gotejamento controlado sistematicamente”. “A horta – explica a pastora Cristina ArquidiĂĄcona – Ă© pensado como um lugar aberto ao bairro e Ă  cidade e Ă© lindo e importante compartilhar essa experiĂȘncia. Esperamos, por isso, que se torne cada vez mais um espaço de partilha, precisamente como foi sobretudo durante o perĂ­odo pandĂ©mico”. Para mais informaçÔes, sempre sobre o tema "verde": a rede ecumĂȘnica para os corredores dos insetos polinizadores. ...

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“Os custos da guerra sĂŁo pagos pela população”

“Os custos da guerra sĂŁo pagos pela população”

Roma (NEV), 17 de outubro de 2019 - Ajudar milhares de refugiados sĂ­rios, um nĂșmero cada vez maior que a escalada militar sĂł pode aumentar exponencialmente: este Ă© o primeiro objetivo e compromisso do pastor Riad JarjoursĂ­rio de Aleppo, criado em Homs, presidente do FĂłrum de Desenvolvimento, Cultura e DiĂĄlogo de Beirute (FDCD). A situação em toda a ĂĄrea Ă©, obviamente, cada vez mais dramĂĄtica. “Tentamos ajudar as pessoas, os deslocados (internamente pessoas deslocadas, idp, um acrĂŽnimo para indicar pessoas deslocadas, que nĂŁo cruzaram as fronteiras de seu prĂłprio paĂ­s, ao contrĂĄrio dos refugiados, mas que estĂŁo, portanto, entre as categorias mais vulnerĂĄveis, ed) para sobreviver, antes de tudo, e viver em condiçÔes dignas, com dignidade em abrigos adequados. E tambĂ©m tentamos ajudar a sociedade sĂ­ria a se reconstruir: porque os valores desmoronam com a guerra”. A guerra destrĂłi casas, estradas, aldeias, vidas pessoais, mas tambĂ©m sociedades inteiras, ou o que deveria manter uma sociedade unida. As Igrejas, portanto, segundo Jarjour, devem “trazer confiança entre as pessoas, criar caminhos de reconciliação entre as comunidades, promovendo os valores da igualdade e da cidadania. E prevenir a violĂȘncia, o extremismo religioso”. E na Europa, o que as igrejas e a sociedade civil podem fazer agora? “Pedir que as pessoas estejam no centro de todas as negociaçÔes, de tudo, olhando a realidade do ponto de vista das pessoas. Porque sĂŁo eles, os povos, que pagam o preço da guerra, o custo das sançÔes impostas aos seus Estados”. “E continuar a apoiar as vozes da sociedade civil sĂ­ria – acrescenta Mireille Hamouchedas FDCD - , partilham com açÔes de advocacia em todos os paĂ­ses europeus o que tĂȘm feito as muitas realidades da sociedade civil sĂ­ria, que nos Ășltimos 7 anos conseguiram reconstruir um tecido muito ativo, para voltar, nesse contexto, a querer ser protagonista da vida do seu paĂ­s, da reconstrução depois da guerra". Rev. Dr. Riad Jarjour e Mireille Hamouche (FDCD) com Paolo Naso, coordenador do Mediterranean Hope, programa de refugiados e migrantes da FCEI Com sede em Beirute, LĂ­bano, o FĂłrum para o Desenvolvimento, Cultura e DiĂĄlogo (FDCD) organiza seminĂĄrios, conferĂȘncias e sessĂ”es ad hoc, para implementar o diĂĄlogo social e a nĂŁo-violĂȘncia.Fundado em 2004, o FCDD pretende “alcançar um mundo ĂĄrabe esclarecido, no qual as diferentes opiniĂ”es polĂ­ticas, etnias e religiĂ”es estejam inseridas numa cultura profundamente diversificada de paz e diĂĄlogo, respeitando e promovendo os direitos de todos os cidadĂŁos. Promovemos a construção da paz, cidadania igualitĂĄria e direitos humanos no mundo ĂĄrabe, criando espaços comuns de diĂĄlogo e desenvolvendo a capacidade de comunidades e grupos da sociedade civil serem catalisadores da paz. Respeitamos a dignidade de cada ser humano, valorizamos a diversidade de culturas na regiĂŁo, incentivamos o diĂĄlogo e o entendimento como meio de resolução de conflitos e percebemos a justiça como um valor na base da paz duradoura”. [BB] ...

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Morte na solidĂŁo.  E a nova vida que nos espera

Morte na solidĂŁo. E a nova vida que nos espera

O Cristo Amarelo, de Paul Gauguin (1889) Roma (NEV), 7 de abril de 2020 – Na Ășltima conferĂȘncia de imprensa do primeiro-ministro Giuseppe Conte, ontem Ă  noite, ao vivo, o primeiro-ministro, depois de anunciar a dotação de 400 bilhĂ”es para as empresas, mencionou repetidamente a PĂĄscoa "como uma celebração religiosa, mas tambĂ©m um secular". Pedimos ao pĂĄroco Luca Barattoeditor da coluna Evangelical Worship e secretĂĄrio executivo da Federação das Igrejas EvangĂ©licas da ItĂĄlia (FCEI), um parecer e uma visĂŁo sobre o significado das festividades nos prĂłximos dias. VocĂȘ tambĂ©m acha que Ă© uma festa que envolve todos os cidadĂŁos, independente de religiĂŁo? Por que? “A PĂĄscoa Ă© um feriado claramente religioso. HĂĄ a PĂĄscoa, a pesach, que se celebra de amanhĂŁ, quarta-feira, 8 de abril, a 16 de abril, e estĂĄ ligada Ă  narrativa da libertação do povo judeu. Depois hĂĄ a cristĂŁ, ligada Ă  morte e ressurreição de Jesus, que se celebra no Ocidente a 12 de abril e no Oriente a 19 de abril. A mensagem pascal Ă© a primeira mensagem cristĂŁ, Ă© o elemento fundamental do cristianismo. É possĂ­vel que esta narração tenha elementos significativos mesmo para quem nĂŁo acredita ou acredita no contrĂĄrio, mas nĂŁo se pode dizer que se trate de uma celebração secular. “A PĂĄscoa – continuou o primeiro-ministro – significa, como bem sabem os cristĂŁos, a passagem, e tambĂ©m a redenção, da escravidĂŁo no Egito”. Qual Ă© o significado da PĂĄscoa, teologicamente falando? A PĂĄscoa cristĂŁ tem como centro a paixĂŁo, morte e ressurreição de Cristo. Uma histĂłria intimamente ligada Ă  judaica. HĂĄ dois momentos: a morte, ou seja, a destruição, a cruz, por um lado, e a vida, precisamente a PĂĄscoa, a vida que ressuscita. A mensagem Ă© esta, portanto, uma mensagem de vida que passa pela morte de Jesus.A passagem Ă  vida pela morte Ă© o cerne do sentido da PĂĄscoa cristĂŁ.Conte novamente, ontem Ă  noite: "Na consciĂȘncia, que uma passagem do pecado para a redenção, atravĂ©s do sacrifĂ­cio de Cristo". O que o sacrifĂ­cio de Jesus representa para os protestantes? Na BĂ­blia a morte de Jesus tem um espaço muito grande, porque foi a coisa mais difĂ­cil de explicar. É difĂ­cil explicar que o Messias Ă© um "perdedor", como "o Justo" pode ser derrotado. A imagem do sacrifĂ­cio se impĂŽs, no mundo cristĂŁo, a respeito disso, para o qual a morte de Cristo Ă© uma espĂ©cie de oferenda a Deus, que perdoa. Uma interpretação que considero rĂ­gida, que nĂŁo faz jus Ă  diversidade de linguagens que a BĂ­blia nos oferece: vĂŁo desde a linguagem da redenção, da libertação do escravo, atĂ© a morte do profeta que permanece fiel. Existem vĂĄrias imagens que devem ser consideradas. Na teologia protestante, a imagem da cruz Ă© fundamental porque nela, como disse Martinho Luteroisto mostra espĂ©cies subcontrĂĄrias, isto Ă©, segundo uma modalidade que nĂŁo Ă© sua, a de ser julgado pelo mundo. Jesus que morre como um criminoso, que estĂĄ entre os criminosos, como quem errou na vida, que nĂŁo tem poder. E aqui Deus se mostra de maneira inesperada, segundo a teologia protestante, em contraste com a teologia da glĂłria, a teologia da cruz. A ressurreição Ă© na verdade uma inversĂŁo da histĂłria, porque se na crucificação o mundo julga Jesus, na ressurreição Ă© Deus quem julga o mundo. Traz Ă  vida o mundo inteiro e todas as palavras que Jesus incorporou. A ressurreição nĂŁo Ă© um final feliz, Ă© o julgamento de Deus sobre o mundo, que julgou e condenou Jesus.De perdedor para o mundo, Jesus se torna o justo, e entĂŁo atĂ© a palavra 'perdedor' ganha um novo significado. Reflitamos sobre quem muitas vezes Ă© classificado assim, sobre quem sĂŁo os 'perdedores': por que Jesus morre como os excluĂ­dos e nos pede para olhar para eles como Deus os olha.O que deseja, que mensagem gostaria de deixar aos crentes - e tambĂ©m aos ateus - face ao prĂłximo feriado da PĂĄscoa, a passar em casa, na sequĂȘncia das restriçÔes impostas para conter a propagação do Covid19? NĂŁo sou religioso, mas sou um pregador que lida com o texto bĂ­blico. Na narração bĂ­blica da morte e ressurreição de Jesus hĂĄ alguns elementos de atualidade dramĂĄtica: a morte na solidĂŁo, uma das coisas mais trĂĄgicas que vivemos nestes dias. Talvez a PĂĄscoa nos traga essa reflexĂŁo, Ă© uma forma de estar perto, de de alguma forma fazer o luto pelas pessoas que se foram. Jesus foi sozinho, mas nĂŁo estava sozinho. Finalmente, a PĂĄscoa Ă© o dia em que a vida se afirma. Em dois sentidos. A primeira Ă© que a fĂ© cristĂŁ nos diz que sempre hĂĄ algo novo para esperar. A segunda Ă© que a vitĂłria da vida, enfim, nĂŁo Ă© um simples retorno Ă  vida, mas fazĂȘ-lo de forma consciente. Assim tambĂ©m nĂłs, quando, esperemos que em breve, voltemos Ă  nossa vida "normal", o mais normal possĂ­vel, teremos talvez de procurar uma vida melhor, mais equitativa, na qual as injustiças, talvez atĂ© as razĂ”es daquilo que estamos a viver, sejam enfrentou". As duas guias a seguir alteram o conteĂșdo abaixo. ...

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Otimizado por Lucas Ferraz.